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Informações e curiosidades do mundo da saúdeOutra abordagem nas imunizações dos adultos
As pessoas hoje com idades entre 20 e 60 anos, vivem numa era de muita mudança nos calendários vacinais, aqueles que nasceram no começo deste século, quando crianças, não foram contemplados com algumas vacinas que ainda não tinham entrado no mercado brasileiro (varicela, pneumocócicas conjugadas, meningo B, rotavírus pentavalente, hepatite A, entre outras).
As pessoas que nasceram nos últimos 30 anos do século passado, já foram imunizados com vacinas que não existiam antes, e calendários bem mais simples que os atuais, porque as vacinas precisam de um tempo para serem observadas e a ciência precisa estudar os vacinados por um período de tempo, para poder avaliar a proteção em si, e também o período que esta proteção está efetiva. Não basta aplicar a vacina, há necessidade de avaliação da efetiva proteção, e o tempo desta proteção. Portanto, foram feitos estudos ao longo do tempo, e muitas vacinas, foram avaliadas, estas observações mostraram que novas vacinas precisavam ser produzidas, observando variáveis, como menos efeitos colaterais, maior tempo de proteção, uma proteção mais adequada, vias de aplicação que permitissem uma melhor eficiência.
Chegamos aos anos entre 2010 e 2015, a partir daí, novas vacinas foram incorporadas ao mercado brasileiro, vacinas que aumentaram a porcentagem de proteção na população, ampliação da faixa etária efetiva, custo mais baixo, com a mesma eficácia, ou até mais baratas e mais eficazes. Isto gerou uma nova forma de abordar as pessoas que procuram uma sala de vacinas.
Hoje precisamos em primeiro lugar, observar a imunização já feita nessas pessoas, procurar descobrir se há comorbidades, que podem diminuir a eficiência da imunidade, tratamentos que podem alterar as defesas, e outros fatores.
Portanto hoje o conhecimento atualizado, do profissional da sala de vacinas, é fundamental para o sucesso da imunização dos adultos, hoje conhecemos muitas interações entre os jovens e os adultos dentro dos ambientes compartilhados (família, trabalho, escolas e outros) que precisam ser analisados para montar um calendário específico e um tanto quanto personalizados, para uma imunização eficaz.