Vacinação em imunocomprometidos

A maioria das vezes o calendário, não pode ser seguido à risca, fatores como doença de base, uso de imunossupressores e grau de comprometimento imunológico podem exigir adaptações no esquema vacinal, doses adicionais e cuidados específicos com vacinas vivas.

Um olhar individualizado, exige atualização técnica do profissional de saúde.

Pacientes HIV+, oncológicos, transplantados, imunodeficientes primários ou que utilizam imunossupressores, tem menor capacidade de respostas às infecções e às vacinas.

O calendário deles, precisa de adaptações individualizadas, com a hora certa para vacinar, e os reforços a serem utilizados. Portanto, planejar para vacinar antes ou depois do período do tratamento, a ser utilizado. E nem sempre podem receber vacinas atenuadas (vivas).

Estudos de modalidades terapêuticas mais modernas com pacientes oncológicos, ainda está limitada. Mas isto não pode inviabilizar a proteção imunológica deles, dependendo da terapêutica, condição clínica, idade, qual vacina utilizar e calendário já praticado individualmente. Um calendário individualizado deve ser feito, afinal a atualização do profissional que atua na sala de vacinas é a base do processo.

Sempre a imunização do paciente imunocomprometido, levará em conta o período da proteção, antes, durante e após o tratamento, que induz a imunossupressão.

A partir do ano passado, os anticorpos monoclonais (imunizações passivas), que algumas vezes pode ser confundido com vacinas (imunizações ativas), tem sido bastante indicado pelos clínicos, especificamente na proteção, contra o VSR.

Sendo uma tendência do caráter científico, a utilização de novos tratamentos com imunobiológicos, que venham a elevar a importância da atualização, dos profissionais que atuam nas salas de imunização.